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Cinquenta – Julio Urrutiaga

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Ao entrar neste 50, leitor(a), deixe de fora toda a desesperança. Aqui a existência é trabalhada no contraste da duração e da urgência. 50 recolhe as máquinas de moer carma do poeta, inabaladas pelo tempo. Reunir poemas no meio do caminho da vida é a possibilidade de perguntar: que poeta sou?, minha poesia o que é? Entregar-se a um poeta é sempre uma experiência não-parafraseável. Julio reúne o tempo, sendo tanto “o menos morto dos mortais” quanto o que sabe que “no underground/sempre há/um degrau/a mais”. Duração e urgência. Um poeta visionário, herdeiro dos Rimbauds e beatniks, claro, age sempre na escuridão, não por perdido mas por perdição. A urgência: “O amanhã é fábula/pressinta o presente sentido”, “uma noite que vença a vida”. A duração: “E nunca de fato/ter o tempo segurado/Umas vezes ele me prendia/nas outras me degolava”. Julio recolhe os paradoxos do tempo, religando-os em sua própria máquina do mundo, gritando a dor social e falando calado ao coração. Ao entrar neste 50, leitor(a), veja como os poemas longos exercitam o tempo transcorrido, como duram. E veja também como há uma voz atrás deles, num poeta de tigres embriagados, dilacerado pelos dias. 

Ricardo Pedrosa Alves

Verão 2020

ISBN: 978-65-86526-60-8

140 pág.

 

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O livro 50 de Júlio Almada traz uma reunião ímpar da produção poética, deste autor que não se deixa intimidar pelo tempo. Quanto mais o tempo passa, maior a força ganham estes versos que habitam as entranhas das cidades e as vísceras dilaceradas da América Latina. O sujeito poeta, sempre de chapéu e com o volume da sua voz que atravessa o bar ganha o fôlego nestas páginas. Há uma convite ao leitor para descer às trincheiras da poesia para vislumbrar que “No/ No underground/ Sempre há/ Um degrau a mais” e também para lembrar que “Só voa quem de céu é feito”. O voo não foi possível sem dar “A Deus Curitiba” depois que a “alma andarilha” percebeu que “o amor é um precipício do cão”. Júlio nunca desistiu, desde a Feira do Poeta nos idos de 1900 e lá vai pedrada e ainda é possível que cave a sua própria “Cova” com a sua “Máquina de moer carma”. Leitor, este é uma oportunidade para conhecer “junkies on the rocks/ Em ruas que não eram minhas”. O poeta vem para nos dizer que ainda é possível resistir frente ao mundo cão “em um mapa sem cachorros”. A poesia de Júlio Almada resiste! 

Rafael Walter 

Julio Urrutiaga

Julio Urrutiaga Almada é poeta, escritor, professor, tradutor  e dramaturgo. Transeunte do Mundo. Identificado com a realidade latino-americana. Geminiano com ascendente em peixes e lua em câncer. Nascido em 15/06/1969. 

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